Caracterização da Disciplina
A disciplina de Instalação e Manutenção de Equipamentos Informáticos, vulgarmente designada por IMEI, integra a componente de formação técnica, tecnológica e prática dos cursos profissionais, de forma a garantir aos jovens a aprendizagem de técnicas de manutenção e reparação de equipamentos informáticos, indispensáveis ao sucesso pessoal e profissional nesta área.
Projecto PEST - Uma saída, Uma vida
A P.E.S.T. (Projecto de Educação Sexual de Turmas) é um projecto proposto a cada turma, para falar e tratar de assuntos tratados em Educação Sexual. A nossa turma (12ºE) decidiu criar um vídeo sobre gravidez na adolescência/gravidez indesejada, com várias imagens/fotografias compiladas, formando assim uma animação contínua.
Achámos que para além de ser uma forma diferente de divulgar os perigos da gravidez na adolescência e contra as doenças sexualmente transmissíveis, é também uma forma de divulgação para dar a conhecer aos jovens e adultos, os perigos da não utilização de métodos contraceptivos.
Como fazer uma boa apresentação oral
1. Não falar sem conhecer o assunto
O conselho é evitar os convites para falar de improviso ou sobre assuntos que não tenha nenhuma familiaridade. Contudo, se a oportunidade é impar e confiaram a você o espaço para discorrer sobre determinada temática então, estude bastante sobre o assunto, consulte os dados mais importantes e expresse somente o necessário durante a palestra, sem deixar transparecer insegurança. Seja sucinto e breve, pois quanto mais falamos sobre algo que não dominamos, mais ficamos expostos ao imprevisto.
2. Não falar sem conhecer o perfil do público ouvinte
Mesmo tendo um bom diálogo, não vacilante em encarar públicos desconhecidos e dominando o assunto com desenvolvimento, o palestrante pode falhar ao não conhecer o perfil do público. Portanto, não se deve discorrer com muitos detalhes para um público pouco informado assim como não se deve falar com superficialidade para uma plateia mais exigente, pois tornaria a palestra senso-comum e enfadonha, dessa forma, adapte o seu conteúdo e linguagem às características de seus ouvintes.
3. Não usar recursos audiovisuais inadequados
Tenha a noção do público e espaço para poder dimensionar corretamente os seus recursos audiovisuais. Tenha em vista à quantidade de pessoas que irá assistir à sua palestra, dessa forma, você poderá exigir um flip-chart ou um painel de datashow. Seria um tremendo erro utilizar um recurso para pequenas pessoas numa palestra para um grande público, assim como seria aviltante ao seu bom desempenho, fazer-se valer de inúmeros recursos, com extravagância, ofuscando o conteúdo.
4. Não se esconda no ambiente
Inúmeras vezes, o palestrante que não está à vontade na situação, esconde-se no ambiente no momento de uma apresentação visual: apaga todas as luzes, fala de costas para o público ou simplesmente aponta para a tela. Tudo isso, porém, é inapropriado à boa fala. Se você já está no decurso da fala, já se sente à vontade, para que se esconder? O palestrante deve-se encarar sem arrogância.
5. Não se perca no início
O início é sempre dificil porque o palestrante está com a adrenalina mais ativada. Está preocupado em como decorrerá a sua fala. Por isso, seja simples e encadeador: agradeça a presença de todos, conte uma pequena história que tem a ver com o tema, comente sobre os benefícios do assunto e encadeie as suas idéias numa sequência simples para que o público possa acompanhar.
6. Cuidado também com a conclusão
A conclusão é o momento sublime e não deve ser feita de maneira a passar despercebida. Prepare o público durante a fala para esperar a conclusão. Discorra sobre o assunto com suspense e eloquência para que a finalização seja o ápice da satisfação da plateia.
Não alongue demasiado, para não tornar enfadonha e provocar inquietações perturbadoras.
7. Não utilize roupas inadequadas
Esta é uma das mais antigas dicas, inclusive para os estudantes que irão apresentar seminários na Faculdade. Não utilize vestimentas inadequadas ao tema, ao público, ao ambiente, enfim, desconexas com a importância que você precisa de transparecer.
Verifique o tipo de palestra, se é formal ou não; o tipo de público e o tema.
8. Cuidado com a emoção e com o artificialismo
Falar com emoção é óptimo. Seja entusiasta a qualquer altura. Transpareça alegria e satisfação a cada tarefa da sua vida, inclusive a de encarar um público. Entretanto, perceba se o público está no mesmo timing que você, para não criar descompasso nem antipatia.
Por outro lado, cuidado também com o artificialismo. Esteja com tudo preparado, porém não demonstre estar preso. As pessoas não apreciam outras pessoas metódicas e sistematicas, por isso, seja espontâneo.
O conselho é evitar os convites para falar de improviso ou sobre assuntos que não tenha nenhuma familiaridade. Contudo, se a oportunidade é impar e confiaram a você o espaço para discorrer sobre determinada temática então, estude bastante sobre o assunto, consulte os dados mais importantes e expresse somente o necessário durante a palestra, sem deixar transparecer insegurança. Seja sucinto e breve, pois quanto mais falamos sobre algo que não dominamos, mais ficamos expostos ao imprevisto.
2. Não falar sem conhecer o perfil do público ouvinte
Mesmo tendo um bom diálogo, não vacilante em encarar públicos desconhecidos e dominando o assunto com desenvolvimento, o palestrante pode falhar ao não conhecer o perfil do público. Portanto, não se deve discorrer com muitos detalhes para um público pouco informado assim como não se deve falar com superficialidade para uma plateia mais exigente, pois tornaria a palestra senso-comum e enfadonha, dessa forma, adapte o seu conteúdo e linguagem às características de seus ouvintes.
3. Não usar recursos audiovisuais inadequados
Tenha a noção do público e espaço para poder dimensionar corretamente os seus recursos audiovisuais. Tenha em vista à quantidade de pessoas que irá assistir à sua palestra, dessa forma, você poderá exigir um flip-chart ou um painel de datashow. Seria um tremendo erro utilizar um recurso para pequenas pessoas numa palestra para um grande público, assim como seria aviltante ao seu bom desempenho, fazer-se valer de inúmeros recursos, com extravagância, ofuscando o conteúdo.
4. Não se esconda no ambiente
Inúmeras vezes, o palestrante que não está à vontade na situação, esconde-se no ambiente no momento de uma apresentação visual: apaga todas as luzes, fala de costas para o público ou simplesmente aponta para a tela. Tudo isso, porém, é inapropriado à boa fala. Se você já está no decurso da fala, já se sente à vontade, para que se esconder? O palestrante deve-se encarar sem arrogância.
5. Não se perca no início
O início é sempre dificil porque o palestrante está com a adrenalina mais ativada. Está preocupado em como decorrerá a sua fala. Por isso, seja simples e encadeador: agradeça a presença de todos, conte uma pequena história que tem a ver com o tema, comente sobre os benefícios do assunto e encadeie as suas idéias numa sequência simples para que o público possa acompanhar.
6. Cuidado também com a conclusão
A conclusão é o momento sublime e não deve ser feita de maneira a passar despercebida. Prepare o público durante a fala para esperar a conclusão. Discorra sobre o assunto com suspense e eloquência para que a finalização seja o ápice da satisfação da plateia.
Não alongue demasiado, para não tornar enfadonha e provocar inquietações perturbadoras.
7. Não utilize roupas inadequadas
Esta é uma das mais antigas dicas, inclusive para os estudantes que irão apresentar seminários na Faculdade. Não utilize vestimentas inadequadas ao tema, ao público, ao ambiente, enfim, desconexas com a importância que você precisa de transparecer.
Verifique o tipo de palestra, se é formal ou não; o tipo de público e o tema.
8. Cuidado com a emoção e com o artificialismo
Falar com emoção é óptimo. Seja entusiasta a qualquer altura. Transpareça alegria e satisfação a cada tarefa da sua vida, inclusive a de encarar um público. Entretanto, perceba se o público está no mesmo timing que você, para não criar descompasso nem antipatia.
Por outro lado, cuidado também com o artificialismo. Esteja com tudo preparado, porém não demonstre estar preso. As pessoas não apreciam outras pessoas metódicas e sistematicas, por isso, seja espontâneo.
Atitudes e Comportamentos no Trabalho
Nos dias de hoje, são procurados cada vez mais "bons" profissionais para trabalharem nas empresas. Com isso, é evidente que não há mais espaço no mercado de trabalho para profissionais medíocres, desqualificados e despreparados para a função a ser exercida. Então, as empresas procuram profissionais habilidosos, com pré-disposição para o trabalho em equipa, com visão ampliada, conhecimento do mercado, iniciativa, espírito empreendedor, persistente, optimista, responsável, criativo, disciplinado, etc.
É importante que um profissional procure estar preparado para o mercado de trabalho, a qualquer momento da vida, independentemente do facto de estar ou não empregado. A história do mercado de trabalho actual tem mostrado que independentemente do cargo que exerçemos, devemos estar sempre preparado para mudanças que poderão surgir e mudem todo o percurso da nossa carreira. As empresas não são eternas e nem os seus empregos. Não nos podemos enganar, não existem quaisquer garantias de emprego por parte das empresas, trazendo aos profissionais uma formação constante para manter o seu emprego. Se para aqueles que estão empregados manter a sua empregabilidade não é uma tarefa fácil, para aqueles que estão a ingressar o mercado de trabalho actual, as dificuldades serão ainda maiores. Portanto, falaremos sobre algumas das características dos bons profissionais nas empresas:
Preparado para mudanças
As empresas querem profissionais adaptáveis porque tudo no mundo moderno muda. As tecnologias, as relações de emprego, o mercado, os valores e o modo de encontrar soluções para os problemas mudaram, enfim tudo mudou significativamente nos últimos anos e tudo continuará a mudar. Portanto temos de acompanhar o ritmo das coisas. Muitos profissionais pensam que podem fazer as mesmas coisas e do mesmo modo durante toda a vida e depois reclamam porque não são bem sucedidos.
Competente
Competência é uma palavra de senso comum, utilizada para designar uma pessoa capaz de realizar alguma coisa. O antónimo disso, ou seja, incompetência, implica não só a negação dessa capacidade como também na depreciação do indivíduo diante do circuito do seu trabalho ou do convívio social.
Para se ser contratado por uma empresa ou para a manutenção de emprego não basta ter diplomas e mais diplomas se não existir competência. Por exemplo, um profissional que se formou em direito, até mesmo na melhor universidade, mas que não sabe preparar uma peça processual não terá valor competitivo quer como profissional empregado, quer como prestador de serviços.
Os diplomas servem para dar estatuto ao profissional ou até mesmo para enfeitar a parede da sala, mas a competência é o factor chave que com a diplomação dará subsídios profissionais para ser bem sucedido. Por isso podemos afirmar categoricamente que a competência não é composta pelo diploma por si só, apesar de que ele contribuir para a composição da competência.
Espírito empreendedor
Os dias do funcionário que se comporta como bom funcionário podem estar contados. A visão tradicional de empregador e empregado, chefe e subordinado estão a caminhar para o desuso.
As empresas com visão moderna estão a encarar os funcionários como colaboradores ou parceiros e implementam a visão empreendedora. Isso significa que os empresários perceberam que dar aos funcionários a possibilidade de ganhar mais do que simplesmente o salário mensal fixo, tem sido um bom negócio, pois faz com que o profissional dê maior contribuição à organização, garantindo assim o compromisso da equipa na busca de resultados positivos.
Equilíbrio emocional
O equilíbrio emocional é a preparação psicológica para superar adequadamente as adversidades que surgirão na empresa e fora dela.
As empresas querem que deixemos os nossos problemas em casa. Por outro lado, a nossa familia quer que deixemos os nossos problemas no trabalho. Diante disto, a pergunta que surge é: onde devemos deixar os nossos problemas? É justamente por isso que para tornar-se um profissional de sucesso é necessário que tenhamos equilíbrio emocional, pois não importa quais os problemas pessoais que tenhamos, os nossos colegas de trabalho, directores e gerentes, enfim, as pessoas não têem culpa e não podemos descarregar os nossos problemas neles.
Quando falamos em equilíbrio emocional, é importante avaliar também as situações adversas pelas quais todos os profissionais passam. É justamente aí que surge o momento da verdade em que o profissional mostra se tem o equilíbrio emocional.
Marketing Pessoal
O marketing pessoal pode ser definido como o conjunto de factores e atitudes que transmitem uma imagem de cada pessoa. Os factores incluem a maneira de vestir, os modos pessoais, o modo de falar e a postura do profissional diante dos seus colegas e outros.
Referindo a roupa, cabe salientar que o profissional deve vestir-se adequadamente ao ambiente em que está inserido. Se a empresa em que estamos empregados adopta um padrão formal, obviamente que devemos usar roupa consoante esse padrão, e o mesmo se trata numa entrevista de rabalho. Da mesma forma, seria um contra-senso usar fato e gravata para trabalhar num armazém, por exemplo. Portanto, a regra básica é vestir-se em conformidade com o ambiente de trabalho.
Comportamentos que o profissional deve evitar:
Falar demais: Alguns profissionais são os primeiros a propagar as notícias ou as “fofocas” dentro da empresa? Recebem uma informação, e nem sequer sabem se são informações verdadeiras, mas passam a palavra e o que é pior, alteram totalmente a informação recebida inicialmente, de modo a distorcer as "noticias".
Falar mal dos outros: Alguns profissionais falam sobre os seus colegas de trabalho, e falam nas costas, aquilo que de certeza não seriam capazes de dizer na frente deles.
Estar mal-humorado: Sem dúvida, que os profissionais mal-humurados são uns dos mais evitados pelos outros colaboradores. Ninguém tem de star a sorrir todo o dia mas convém não levar o mau humor para o trabalho.
Não ter higiene pessoal: Somente o próprio profissional é capaz de conseguir conviver com ele mesmo, repelindo os outeos colegas devido à sua falta de higiene, que é sempre desagradável.
Não respeita os colegas ou os seus seuperiores: O respeito aos outros é fundamental para o convívio em grupo. Há casos extremos de falta de respeito, pois existem profissionais que não sabem respeitar seus colegas, normalmente o desrespeito vem de profissionais com cargos superiores, como chefes, etc.
Ser egoísta: O egoísmo é algo difundido nas empresas até mesmo porque a competitividade interna é muito grande. Pensar somente em si próprio o tempo todo não é a melhor alternativa para o profissional.
Brincar demasiado: Brincar é bom, desde que as brincadeiras sejam saudáveis, num clima de respeito e equilíbrio. Aqueles que brincam demasiado são pessoas extremamente inconvenientes e irritam quem está a sua volta.
Ser infléxivel: É importante que todos nós tenhamos em mente que não estamos sempre certos, portanto, não precisamos de fazer sobressair as nossas ideias perante os outros e a toda a hora, respeitando as opiniões dos outros.
É importante que um profissional procure estar preparado para o mercado de trabalho, a qualquer momento da vida, independentemente do facto de estar ou não empregado. A história do mercado de trabalho actual tem mostrado que independentemente do cargo que exerçemos, devemos estar sempre preparado para mudanças que poderão surgir e mudem todo o percurso da nossa carreira. As empresas não são eternas e nem os seus empregos. Não nos podemos enganar, não existem quaisquer garantias de emprego por parte das empresas, trazendo aos profissionais uma formação constante para manter o seu emprego. Se para aqueles que estão empregados manter a sua empregabilidade não é uma tarefa fácil, para aqueles que estão a ingressar o mercado de trabalho actual, as dificuldades serão ainda maiores. Portanto, falaremos sobre algumas das características dos bons profissionais nas empresas:
Preparado para mudanças
As empresas querem profissionais adaptáveis porque tudo no mundo moderno muda. As tecnologias, as relações de emprego, o mercado, os valores e o modo de encontrar soluções para os problemas mudaram, enfim tudo mudou significativamente nos últimos anos e tudo continuará a mudar. Portanto temos de acompanhar o ritmo das coisas. Muitos profissionais pensam que podem fazer as mesmas coisas e do mesmo modo durante toda a vida e depois reclamam porque não são bem sucedidos.
Competente
Competência é uma palavra de senso comum, utilizada para designar uma pessoa capaz de realizar alguma coisa. O antónimo disso, ou seja, incompetência, implica não só a negação dessa capacidade como também na depreciação do indivíduo diante do circuito do seu trabalho ou do convívio social.
Para se ser contratado por uma empresa ou para a manutenção de emprego não basta ter diplomas e mais diplomas se não existir competência. Por exemplo, um profissional que se formou em direito, até mesmo na melhor universidade, mas que não sabe preparar uma peça processual não terá valor competitivo quer como profissional empregado, quer como prestador de serviços.
Os diplomas servem para dar estatuto ao profissional ou até mesmo para enfeitar a parede da sala, mas a competência é o factor chave que com a diplomação dará subsídios profissionais para ser bem sucedido. Por isso podemos afirmar categoricamente que a competência não é composta pelo diploma por si só, apesar de que ele contribuir para a composição da competência.
Espírito empreendedor
Os dias do funcionário que se comporta como bom funcionário podem estar contados. A visão tradicional de empregador e empregado, chefe e subordinado estão a caminhar para o desuso.
As empresas com visão moderna estão a encarar os funcionários como colaboradores ou parceiros e implementam a visão empreendedora. Isso significa que os empresários perceberam que dar aos funcionários a possibilidade de ganhar mais do que simplesmente o salário mensal fixo, tem sido um bom negócio, pois faz com que o profissional dê maior contribuição à organização, garantindo assim o compromisso da equipa na busca de resultados positivos.
Equilíbrio emocional
O equilíbrio emocional é a preparação psicológica para superar adequadamente as adversidades que surgirão na empresa e fora dela.
As empresas querem que deixemos os nossos problemas em casa. Por outro lado, a nossa familia quer que deixemos os nossos problemas no trabalho. Diante disto, a pergunta que surge é: onde devemos deixar os nossos problemas? É justamente por isso que para tornar-se um profissional de sucesso é necessário que tenhamos equilíbrio emocional, pois não importa quais os problemas pessoais que tenhamos, os nossos colegas de trabalho, directores e gerentes, enfim, as pessoas não têem culpa e não podemos descarregar os nossos problemas neles.
Quando falamos em equilíbrio emocional, é importante avaliar também as situações adversas pelas quais todos os profissionais passam. É justamente aí que surge o momento da verdade em que o profissional mostra se tem o equilíbrio emocional.
Marketing Pessoal
O marketing pessoal pode ser definido como o conjunto de factores e atitudes que transmitem uma imagem de cada pessoa. Os factores incluem a maneira de vestir, os modos pessoais, o modo de falar e a postura do profissional diante dos seus colegas e outros.
Referindo a roupa, cabe salientar que o profissional deve vestir-se adequadamente ao ambiente em que está inserido. Se a empresa em que estamos empregados adopta um padrão formal, obviamente que devemos usar roupa consoante esse padrão, e o mesmo se trata numa entrevista de rabalho. Da mesma forma, seria um contra-senso usar fato e gravata para trabalhar num armazém, por exemplo. Portanto, a regra básica é vestir-se em conformidade com o ambiente de trabalho.
Comportamentos que o profissional deve evitar:
Falar demais: Alguns profissionais são os primeiros a propagar as notícias ou as “fofocas” dentro da empresa? Recebem uma informação, e nem sequer sabem se são informações verdadeiras, mas passam a palavra e o que é pior, alteram totalmente a informação recebida inicialmente, de modo a distorcer as "noticias".
Falar mal dos outros: Alguns profissionais falam sobre os seus colegas de trabalho, e falam nas costas, aquilo que de certeza não seriam capazes de dizer na frente deles.
Estar mal-humorado: Sem dúvida, que os profissionais mal-humurados são uns dos mais evitados pelos outros colaboradores. Ninguém tem de star a sorrir todo o dia mas convém não levar o mau humor para o trabalho.
Não ter higiene pessoal: Somente o próprio profissional é capaz de conseguir conviver com ele mesmo, repelindo os outeos colegas devido à sua falta de higiene, que é sempre desagradável.
Não respeita os colegas ou os seus seuperiores: O respeito aos outros é fundamental para o convívio em grupo. Há casos extremos de falta de respeito, pois existem profissionais que não sabem respeitar seus colegas, normalmente o desrespeito vem de profissionais com cargos superiores, como chefes, etc.
Ser egoísta: O egoísmo é algo difundido nas empresas até mesmo porque a competitividade interna é muito grande. Pensar somente em si próprio o tempo todo não é a melhor alternativa para o profissional.
Brincar demasiado: Brincar é bom, desde que as brincadeiras sejam saudáveis, num clima de respeito e equilíbrio. Aqueles que brincam demasiado são pessoas extremamente inconvenientes e irritam quem está a sua volta.
Ser infléxivel: É importante que todos nós tenhamos em mente que não estamos sempre certos, portanto, não precisamos de fazer sobressair as nossas ideias perante os outros e a toda a hora, respeitando as opiniões dos outros.
Dia 14-10-2010
Intalação de placas de rede SMC em computadores da sala de professores e configuração á rede da escola "minedu" e formatação de um computador Compaq para se instalar outra placa de rede SMC e configurar á rede "minedu" e sevir como modelo para o trabalho "montagem e configuração de uma placa de rede".
Dia 28-09-2010
Início de um trabalho no ambito da disciplina, sobre impressoras e alguns periféricos de entrada e saída.
Periféricos Mistos
A palavra Modem vem da junção das palavras modulador e demodulador. Ele é um dispositivo eletrónico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefónica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte para o formato digital original. Utilizado para conexão à Internet, BBS, ou a outro computador.
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógico. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo, etc).
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógico. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo, etc).

Ecrã táctil (português europeu) ou tela sensível ao toque (português brasileiro) é um tipo de tela sensível à pressão, dispensando assim a necessidade de outro periférico de entrada de dados, como o teclado. Funciona também como filtro para as radiações do monitor e elimina a electricidade estática.
A película táctil pode ser activada com a pressão de um dedo ou de uma caneta de feltro (sem tinta). Este ecrã é ideal para jogos, para desenho no computador, ou outras actividades pedagógicas. São especialmente utilizados em PDAs e em terminais bancários de distribuição de dinheiro.
Periféricos de Saída
As colunas de som são os dispositivos que recebem as informações relativas ao aúdio que sai da placa de som e as transforma em som. Umas boas colunas tem vários satélites e um subwoofer para reforçar os graves, e quantos mais satélites tiver, maior será a qualidade de som. Por exemplo, umas colunas 7.1 têm 7 satélites e um subwoofer.

Uma impressora ou dispositivo de impressão é um periférico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de computadores, tem a função de dispositivo de saída, imprimindo textos, gráficos ou qualquer outro resultado de uma aplicação.
Herdando a tecnologia das máquinas-de-escrever, as impressoras sofreram drásticas mutações ao longo dos tempos. Também com o evoluir da computação gráfica, as impressoras foram-se especializando a cada uma das vertentes. Assim, encontram-se impressoras optimizadas para desenho vectorial e para raster, e outras optimizadas para texto.
A tecnologia de impressão foi incluída em vários sistemas de comunicação, como o fax.
Periféricos de Entrada
O teclado de computador é um tipo de periférico utilizado pelo utilizador para a entrada manual no sistema de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções, baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever. Basicamente, os teclados são projectados para a escrita de textos, onde são usadas para esse meio cerca de 50% delas, embora os teclados sirvam para o controle das funções de um computador e o seu sistema operacional. Essas teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, responsável por identificar a tecla pressionada e por mandar as informações para o PC. O meio de transporte dessas informações entre o teclado e o computador pode ser sem fio (ou wireless) ou a cabo (PS/2 e USB). O teclado vem se adaptando com a tecnologia e é um dos poucos periféricos que mais se destacam na computação.
O mouse (português brasileiro) ou rato (português europeu) é um periférico de entrada que, historicamente, se juntou ao teclado como auxiliar no processo de entrada de dados, especialmente em programas com interface gráfica. O rato ou mouse tem como função movimentar o cursor (apontador) pela telaPB/ecrãPE do computador. O formato mais comum do cursor é uma seta, contudo, existem opções no sistema operacional e em softwares específicos que permitam a personalização do cursor do rato.
O rato funciona como um apontador sobre o ecrã do computador e disponibiliza normalmente quatro tipos de operações: movimento, clique, duplo clique e arrastar e largar (drag and drop).

O mouse (português brasileiro) ou rato (português europeu) é um periférico de entrada que, historicamente, se juntou ao teclado como auxiliar no processo de entrada de dados, especialmente em programas com interface gráfica. O rato ou mouse tem como função movimentar o cursor (apontador) pela telaPB/ecrãPE do computador. O formato mais comum do cursor é uma seta, contudo, existem opções no sistema operacional e em softwares específicos que permitam a personalização do cursor do rato.
O rato funciona como um apontador sobre o ecrã do computador e disponibiliza normalmente quatro tipos de operações: movimento, clique, duplo clique e arrastar e largar (drag and drop).
O que são periféricos
Periféricos são aparelhos ou placas que enviam ou recebem informações do computador. Na informática, o termo "periférico" aplica-se a qualquer equipamento acessório que seja ligado à CPU (unidade central de processamento), ou, num sentido mais amplo, ao computador. São exemplos de periféricos: impressoras, digitalizadores, leitores e ou gravadores de CDs e DVDs, leitores de cartões e disquetes, mouses, teclados, câmeras de vídeo, entre outros.
Cada periférico tem a sua função definida, desempenhada ao enviar tarefas ao computador, de acordo com a sua função.
Cada periférico tem a sua função definida, desempenhada ao enviar tarefas ao computador, de acordo com a sua função.
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